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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Filme do Dia: Muralhas do Pavor (1962), Roger Corman


Muralhas do Pavor Poster


Muralhas do Pavor (Tales of Terror, EUA, 1962). Direção: Roger Corman. Rot. Adaptado: Richard Mateson, baseado em contos de Allan Poe. Fotografia: Floyd Crosby. Música: Lês Baxter. Montagem: Anthony Carras. Dir. de arte: Bartlett A.Carre & Daniel Haller. Cenografia: Harry Reif. Com: Vincent Price, Maggie Pierce, Leone Gage, Peter Lorre, Joyce Jameson, Debra Paget, David Frankham, Basil Rathbone.
Morella. Num velho castelo, Locke (Price) reencontra sua filha Lenora (Pierce), que odiara durante toda a sua vida, por sua esposa falecida Morella (Gage), a apontar como motivo de sua morte. Ainda amando Morella, de quem mantém o corpo insepulto, Locke finalmente supera a animosidade com a filha, depois que essa revela que se encontra em estado terminal. À noite, Lenora acorda aos gritos. Locke vai auxilia-la e a encontra morta. Depois percebe que Morella toma o lugar da filha e pretende mata-lo. Um incêndio toma conta do castelo. O Gato Preto. O rude alcoólatra Montresor (Lorre) participa de uma disputa de vinhos com o refinado Fortunato (Price) e o leva a sua residência. Descobre posteriormente que Fortunato passa a se relacionar com sua mulher, Annabel (Jameson), que cria um gato que ele considera como a própria encarnação do demônio. Montresor mata os dois e os põe dentro da parede de sua própria casa, na companhia do gato. A polícia vai ao local e descobre os cadáveres. Os Fatos no Caso do Sr. Valdemar. O moribundo Valdemar (Price), deseja que sua esposa, Helene (Paget), venha a casar-se com o médico Eliott James (Frankham), que assiste indignado as experiências do hipnotizador Carmichael (Rathbone), que pretende que Valdemar morra sem sentir dor.

Primeira de uma série de adaptações de Poe por Corman, sempre estreladas por Vincent Price, com extravagantes cenários e fotografia e interpretações geralmente sofríveis. Embora ocasionalmente alguns filmes da série tenham demonstrado certas qualidades, como é o caso de O Castelo Assombrado, realizado no mesmo ano, torna-se quase impossível não percebe-los como uma obra coletiva em que a constância dos técnicos e da “família” de atores foi de fundamental importância para torna-la uma marca registrada no gênero e o equivalente americano, possivelmente de melhor qualidade, das produções inglesas contemporâneas da Hammer. Alta Vista Productions/American International Pictures. 89 minutos.

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