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O Dicionário Biográfico de Cinema#340: W.S. Van Dyke

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  W.S.   (Woodridge Strong)  van Dyke (1889-1943), n. San Diego, Califórnia 1 918: The Land of Long Shadows ; Open Places (*); Men of the Desert ; Gift o'the Gab . 1919: Lady of the Dugout . 1920: Our Little Nell  (**). 1922: According to Hoyle ; The Boss of Camp 4 ;  Forget-me-Not . 1923: The Destroying Angel [ Anjo Exterminador ]; The Little Girl Next Door ; The Miracle Makers . 1924: The Battling Fool  [ Combatendo Quem Ama ]; The Beautiful Sinner  [ Ladrões Terríveis ]; Loving Lies [ Mentiras Amorosas ]; Gold Heels ; Half-a-Dollar Bill ; Winner Take All . 1925: Barriers Burned Away  [ Nível do Amor ]; The Desert's Price [ O Preço do Deserto ]; Hearts and Spurs  [ Corações e Esporas ]; Ranger of the Big Pines  [ Amor Soberano ]; Timber Wolf [ O Lobo dos Montes ]; The Trail Rider . 1926: War Paint  [ Surpresas de um Beijo ]; The Gentle Cyclone  [ O Pacificador ]. 1927: California  [ Califórnia ]; Eyes of the Totem [...

Filme do Dia: Deus Branco (1928), W.S. Van Dyke

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  Deus Branco ( White Shadows in the South Seas , EUA, 1928). Direção: W.S. Van Dyke . Rot. Adaptado: Ray Cunningham,  Ray Doyle & John Colton a partir do romance Frederick O’Brien. Fotografia: Clyde De Vinna, George Gordon Nogle & Bob Roberts.  Música: William Axt. Montagem: Ben Lewis. Com: Monte Blue, Raquel Torres, Robert Anderson, Renee Bush, Dorothy King, Napua. O Dr. Matthew Lloyd (Blue) vive insatisfeito com as condições de exploração dos nativos polinésios pelos homens brancos, que fazem uso de todas as artimanhas para conseguir perólas, a custa de muitas vidas, sob o comando do inescrupuloso Sebastian (Anderson). Lloyd cai numa armadilha organizada por Sebastian e se vê abandonado em um navio cheio de vítimas da peste bubônica. Uma tempestade irrompe e Matthew acorda em terra, observando uma cabana relativamente próxima. Quando se aproxima do local observa todo um grupo de nativos que não tiveram qualquer contato com a civilização branca.  A mulher q...

Dicionário Histórico de Cinema Sul-Americano#164: Bye Bye Brasil

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  BYE BYE BRASIL . (Brasil, 1980). A quintessência do sucesso de uma agência cinematográfica estatal Embrafilme , nos primórdios dos anos 80, e um filme cuja reputação parece ainda crescer globalmente. Bye Bye Brasil , dirigido por Carlos Diegues , é um road movie irônico que atravessa o emblemático nordeste brasileiro, indo do Planalto Central à Amazônia, uma região de exploração, a comentar sobre as mudanças ocorrendo na sociedade, especialmente o influxo da televisão e como ela modifica o entretenimento brasileiro. Bye Bye Brasil foi financiado pela Embrafilme e mais que recuperou este investimento, chegando próximo do 1,5 milhão de espectadores (sendo a décima maior bilheteria entre os filmes brasileiros de 1980 a 1984). Foi defendido como um destinatário ideal  de verbas estatais de acordo com o Plano Nacional de Cultura de 1975, em sua tentativa de "criar uma identidade nacional através da preservação das diversidades regionais", e foi um sucesso internacional; por exem...

Filme do Dia: A Primeira Profecia (2024), Arkasha Stevenson

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  A   Primeira Profecia ( The First Omen , EUA/Itália/Sérvia/Canadá, 2024). Direção Arkasha Stevenson. Rot. Original Tim Smith, Arkasha Stevenson, Keith Thomas & Ben Jacoby, a partir dos personagens de David Seltzer. Fotografia Aaron Morton. Música Mark Korven. Montagem Amy E. Duddlestom & Bob Murawski. Dir. de arte Eve Stewart & Tiziana Liberotti. Cenografia Maria Luigia Battani. Figurinos Paco Delgado. Maquiagem e Cabelos Claudia Tozzi & Elisabetta De Leonardis.  Com Nell Tiger Free, Ralph Ineson, Sônia Braga, Tawfeek Barhom, Maria Caballero, Charles Dance, Bill Nighy , Nicole Sorace, Andrea Arcangeli, Ishtar Currie-Wilson. Padre Brennan (Ineson) fala com Padre Harris (Dance) a respeito de uma conspiração no seio da Igreja. Harris lhe entrega a foto de uma bebê chamada Sciann, morrendo a seguir diante de Brennan. Em Roma, 1971, em meio as manifestações estudantis, a noviça Margaret Daino (Free) chega ao orfanato dirigida pela irmã Silva (Braga)...

Filme do Dia: A House Divided (1913), Alice Guy

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  A   House Divided (EUA, 1913). Direção Alice Guy. Com Fraunie Fraunholz, Marian Swayne. Marido (Fraunholz), após um vendedor de perfumes insistir borrifar o produto, contra sua vontade, em seu paletó, e mulher (Swayne), após encontrar as luvas de um entregador que namorava com sua empregada, passam a desconfiar um do outro. O marido vai a um advogado, que escreve um acordo em que viverão sob o mesmo teto, mas se comunicando apenas por escrito. A decisão, no entanto, parece ser difícil de ser cumprida. Comédia rotineira de Guy para seu próprio estúdio, cujo único ponto chamativo é o da irrupção do advogado, quando da “quebra de contrato” do casal. Quase, a seu modo, uma antecipação em mais de 6 décadas a ainda mais radical participação do citado na discussão em Noivo Neurótico, Noiva Nervosa , de Allen. |Solax Pictures. 13 minutos e 19 segundos.  

Filme do Dia: Mr. Flip (1909), Gilbert M. "Broncho Billy" Anderson

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  M r. Flip (EUA, 1909). Direção: Gilbert M. “Broncho Billy” Anderson. Com: Ben Turpin. Mr. Flip (Turpin) é inconveniente com todas as mulheres que encontra pelo caminho, assediando-as de forma mais ou menos incisiva: a vendedora, a manicure, a telefonista, a barbeira, a balconista da confeitaria. Ele é rechaçado por elas com os instrumentos que possuem à mão. Da manicure ele se senta em uma tesoura colocada com suas garras para cima propositalmente, da mulher da confeitaria com chantilly e na barbearia com a espuma de barbear. Essa comédia de duração anômala para o habitual então, filmes ao menos três vezes mais longos, é tido amplamente como o primero filme a fazer uso de uma cena em que um personagem, no caso o próprio Flip de Turpin, leva uma torta na cara, antecipando todo um gênero a fazer uso do recurso, embora ao menos dois filmes anteriores (um de 1900 e outro de 1905) já houvessem utilizado da gag. Turpin, que havia se tornado célebre, por seus olhos trocados, ainda s...

Filme do Dia: Scaramouche (1923), Rex Ingram

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  s caramouche (EUA, 1923). Direção Rex Ingram. Rot. Adaptado Rex Ingram & Willis Goldbeck, a partir do romance de Rafael Sabatini. Fotografia  John F. Seitz. Montagem Grant Whytock. Figurinos O’Kane Conwell, Van Horn & Eve Roth. Com Ramon Novarro, Alice Terry, Lewis Stone, Lloyd Ingraham, Julia Swayne Gordon, William Humphrey, Otto Matieson, George Siegmann, Edith Allen. Na França que se aproxima do radicalismo revolucionário de 1789, o libertário André-Louis Moreau (Novarro), testemunha o assassinato de seu melhor amigo, Philippe de Vilmorin (Matieson) por um nobre, o Marques de La Tour d’Azir (Stone), que posteriormente descobrirá que é justamente o escolhido por seu padrinho, Quintin de Kercadiou (Ingraham), para casar com sua sobrinha, Aline (Terry), objeto de fervorosa paixão de André-Louis e vice-versa. Ele, no entanto, é perseguido pela repressão aos revolucionários e se junta a uma trupe teatral, onde noiva a filha do líder da trupe, Climène (Allen). De la T...