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Filme do Dia: Xavier (2016), Ricky Mastro

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  X avier (Brasil, 2016). Direção Ricky Mastro. Rot. Original Ricky Mastro & Eduardo Mattos. Fotografia Taís Nardi. Música Pedro Salles Santiago. Montagem Thiago Ricarte. Dir. de arte Bella Yumi. Com André Guerreiro Lopes, Gregório Musatti, Netuno Trindade, Rodrigo Audi, Alessa Previdelli, Natan Félix Matiusso, Gustavo Henrique da Cunha Assumpção. Nicolas (Lopes), escuta os relatos de preocupação da professora da escola, a respeito de seu filho, Xavier (Musatti), sempre distraído em sala, apesar das boas notas, e procurando amizades com meninos mais velhos. Em um evento social na casa deles, Nicolas percebe o filho bastante interessado por um garoto filho de um amigo, Filipe (Trindade), com quem começa a trocar ideias sobre o uso das baquetas da bateria, uma das obsessões do garoto. Após a família ir embora, e consigo Filipe, Nicolas, que havia sido incitado a tocar violão antes, toca para o filho Leãozinho . Faz parte de um recorte de curtas queer em que a descober...

O Dicionário Biográfico de Cinema#330: Danny Aiello

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  Danny (Daniel Louis)  Aiello , n. Brooklyn, Nova York, 1936* E m Once Upon a Time in America [ Era Uma Vez na América ] (84, Sergio Leone), Danny Aiello interpreta um chefe policial intimidador e sem ter a confiança de ninguém. Ele havia recentemente tido um filho bebê, mas os gangsters fizeram um truque com ele, ao removerem as plaquinhas de identificação e puseram o bebê em uma sala repleta de bebês semelhantes. A primogenitura levada pelo vento, e toda a pujança e volume de Aiello, o ator, fervendo e chorando. O nome do chefe é Aiello. Tire suas próprias conclusões.  A lguns estudantes se maravilharam que Aiello, creditado em mais de setenta filmes de 1973 até agora, não fez nada até a maturidade de seus 37 anos, sendo por anos funcionário do Sindicato dos Trabalhadores Manuais, conseguindo papéis como ator através de sua lábia. É um cômico natural, um muito bom cantor, e um grande exibido sensível que gosta de fazer o papel de durão. Quando bem elencado é uma delíci...

Filme do Dia: A Rosa Púrpura do Cairo (1985), Woody Allen

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  A  Rosa Púrpura do Cairo ( The Purple Rose of Cairo , EUA, 1985).  Direção e Rot. Original: Woody Allen.  Fotografia: Gordon Willis.  Música: Dick Hyman.  Montagem: Susan E. Morse. Dir. de arte: Stuard Wurtzel.  Figurinos: Jeffrey Kurland. Com: Mia Farrow,  Jeff Daniels , Danny Aiello , Irving Metzman, Stephanie Farrow, Dianne Wiest,  Van Johnson , Zoe Caldwell, Milo O´Shea.              Na Nova York dos anos 30, Cecilia (Farrow) é uma mulher pobre e insatisfeita com seu marido, Monk (Aiello), que lhe bate e traz mulheres para casa e com seu emprego como garçonete. Sua única fonte de satisfação é o cinema. Após ir pela quinta vez assistir o mesmo filme,  A Rosa Púrpura do Cairo , surpreende-se com o inusitado: um dos personagens, Tom Baxter (Daniels), galante e explorador de ruínas antigas, começa a se dirigir para ela, saindo do filme e indo ao encontro dela. Enquanto o evento que ocorre no cinema pr...

Dicionário Histórico de Cinema Sul-Americano#154: Instituto Nacional de Cinema (INC)

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  INSTITUO NACIONAL DE CINEMA (INC). (Brasil). Criado em 1966, pela ditadura militar, o Instituto Nacional de Cinema brasileiro, composto de representantes de produtores, distribuidores, exibidores e importadores, apesar de seu conjunto, foi muito pouco efetivo em promover a produção e exibição de longas metragens brasileiros. No entanto, outro decreto-lei foi aprovado em 1946, pelo recém-eleito governo de Eurico Gaspar Dutra, para aumentar a quota de filmes brasileiros para três filmes brasileiros no cinema, pelo menos. Em 1951, Vargas era agora o presidente eleito do Brasil, havia pedido para Alberto Cavalcanti  formar um comitê, a Comissão Nacional de Cinema (CNC) para esboçar uma proposta do Instituto Nacional de Cinema (INC), mas a proposta foi derrubada por não incluir membros o suficiente da indústria. Como consequencia, o governo introduziu uma nova lei "oito para um", que decretava que para cada oito filmes estrangeiros exibidos em qualquer cinema, ao menos um filme ...

Filme do Dia: Onde Estás, Felicidade? (1939), Mesquitinha

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O nde Estás, Felicidade? (Brasil, 1939). Direção: Mesquitinha. Rot. Adaptado: Mesquitinha, a partir da peça de Luis Iglesias. Fotografia: A.P. Castro. Música: Radamés Gnatalli & Luciano Perrone. Montagem: Mesquitinha. Com: Alma Flora, Rodolfo Mayer, Nilza Magrassi, Luiza Nazareth, Vanda Marchetti, Dircinha Batista, Ana de Alencar, Paulo Gracindo, Carlos Barbosa, Grande Otelo , Abel Pera, Mesquitinha. Paulo (Mayer) vive pacatamente nos subúrbios do Rio, na casa de sua tia solteirona, Clodô (Nazareth) até sua mulher, Noêmia (Flora), receber a visita de uma socialite amiga sua, Lúcia (Marchetti), que consegue convencer Paulo a se mudar, além de quase seduzi-lo. Já numa mansão em Copacabana, Clodô confidencia a Fernandinha (Magrassi), amiga de infância e desde sempre apaixonada por Paulo, que não se habitua a sua vida de grã-fina. É dia de festa e boa parte da sociedade carioca se encontra presente, mas Noêmia se irrita com a ausência de Paulo, que se encontra trabalhando. Quando esse ...

Filme do Dia: The Tourists (1912), Mack Sennett

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  T he Tourists (EUA, 1912). Direção Mack Sennett . Fotografia Percy Higginson. Com: Mabel Normand , Charles West, William J. Butler, Grace Henderson, Frank Evans, Kate Toncray.      Trixie (Normand), deslumbrada com o artesanato local, faz com que ela e seus amigos percam o trem, após uma parada no Novo México. Pouco depois, ela se encanta com um Chefe Índio (Evans), que se torna seu anfitrião, provocando a ira de sua mulher (Toncray), que consegue a solidariedade de outras mulheres da tribo. O Chefe afasta o namorado de Trixie (West), para a imensa satisfação dela. Porém, logo Trixie virá a ser perseguida pelas mulheres, escondendo-se em um manto indígena e sendo salva pelo trem, que já se encontra novamente de partida.    À distância que observamos os atores descerem do trem parece tão grande quanto a que separa a decupagem dessa produção da de seu colega de estúdio à época, D.W. Griffith. Parece que ainda há ecos muitos fortes do clássico L´Arrivée d´u...

Filme do Dia: O Grupo de Ninjas (1967), Nagisa Oshima

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  O   Grupo de Ninjas ( Ninja Bugei-Chô , Japão, 1967). Direção: Nagisa Oshima. Rot. Adaptado:  Mamoru Sasaki & Nagisa Oshima, a partir da história em quadrinhos de Sampei Shirato. Fotografia: Akira Takada. Música: Hikaru Hayashi. Montagem: Sueko Shiraishi. Filho de um senhor feudal assassinado busca vingança, unindo-se a Kagemaru, um ninja renegado, que ajuda os pobres e explorados camponeses. No momento mais profícuo e criativo de sua carreira, Oshima aposta ousadamente numa narração bastante calcada no universo das HQs, apresentando os quadrinhos de Shirato por quase duas horas! Os acréscimos são a sonorização, movimentos a partir de desenhos fixos e a presença de um narrador ocasional, assim como de “cartelas” tais como no cinema mudo. Por mais que instigante que seja tal aventura, sobretudo em um momento no qual no máximo o cinema adaptava para ação ao vivo sucessos do universo dos quadrinhos ( Modesty Blaisie , Barbarella ) e ainda havia pouca interação ent...