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Filme do Dia: Banks of the Nile (1911), Charles Urban

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  B anks of the Nile (Reino Unido, 1911). Direção: Charles Urban. Sem dúvida alguma, o que mais chama a atenção do espectador de mais de um século após é o uso de um processo de cores precoce, Kinemacolor, aplicado a um motivo típico da cinematograrfia da época, um travelogue, que se rende aos temas pictóricos que encontra às margens do célebre rio egípcio. É, de certo modo, uma tentativa de renovação de interesse do público por um dos motivos fundantes do cinematógrafo, o do flagrante de cenas do cotidiano, que muitas vezes, já desde sua origem, trazia também o atrativo do “exótico”. O contraste com as colorizações artificiais até então utilizadas, sobretudo nos filmes de trucagens, é brutal, e até mesmo se poderia arriscar que ele traria um padrão mais realista que o Technicolor hollywoodiano de tempos após. E se inicialmente aposta-se no transporte de animais para um navio através de um guindaste, depois há opções que tendiam a um maior apelo pitoresco: mulheres dançando em tr...

O Dicionário Biográfico de Cinema#356: Andrew Niccol

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  Andrew Niccol , n. Parapaumu, Nova Zelândia , 1964 1 997: Gattaca [ Gattaca: A Experiência Genética ]. 2002: S1mOne [ Simone ]. 2005: Lord of  War [ O Senhor das Armas ]. 2011: In Time  [ O Preço do Amanhã ]. 2013: The Host [ A Hospedeira ]. N iccol é uma das figuras mais inteligentes e questionadoras  trabalhando no campo do cinema de ficção científica que se une em alguns dos últimos desenvolvimentos de fato da ciência. Naturalmente, The Truman Show [ O Show de Truman ] é tão fantasia quanto ficção científica. Foi um roteiro escrito nas especificações por Niccol e oferecido a Scott Rudin. Muitas das pessoas que o viram e foram instigadas por ele, ficaram incertas se não poderia ter sido dirigido por ele próprio. Então Peter Weir chegou e fez algumas reescritas que suavizaram o conceito. Niccol teve o único crédito como roteirista e co-produtor e merece um grande crédito por esta obra-prima moderna e sua visão única do mundo assumida pela televisão.  Enqua...

Filme do Dia: O Sétimo Selo (1957), Ingmar Bergman

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  O Sétimo Selo ( Det Sjunde Inseglet ,  Suécia, 1957) Direção: Ingmar Bergman . Rot. Adaptado: I. Bergman, baseado em sua própria peça. Fotografia: Gunnar Fischer. Música: Eric Nordgren. Montagem: Lennart Wallén. Com:Gunnar Björnstrand, Bengt Ekerot, Nils Poppe, Max von Sydow , Bibi Andersson , Inga Gill, Maud Hansson, Inga Landgré, Gunnel Lindblom, Bertil Anderberg, Gunnar Olsson, Erik Strandmark.       Cavaleiro Antonius Block (Sidow), retornando das Cruzadas, ao lado de seu fiel escudeiro Jöns (Björnstrand), passa a questionar a vida que leva e ter constantes diálogos com a Morte (Ekerot), que tenta levá-lo em sua primeira investida, mas é convidada a negociar mantê-lo ou não vivo através de uma partida de xadrez. Destituído da fé vacilante que acompanha Block, seu escudeiro é extremamente pragmático e em uma conversa com um pintor de igreja (Olsson) desfia sua filosofia niilista, após algumas rodadas de vinho, enquanto seu patrão confessa como vencerá a p...

Dicionário Histórico de Cinema Sul-Americano#172: Sergio Cabrera

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  SERGIO CABRERA  (Colômbia, 1950). Filho de refugiados espanhóis que fugiram da tirania de Francisco Franco, Sergio Cabrera possui antecedentes bastante incomuns para um realizador cinematográfico. Viveu na China quando adolescente (e se tornou um membro da Guarda Vermelha em 1966), e uniu-se ao Exército Popular de Libertação na Colômbia , após seu retorno em 1969. Nasceu em Medelín e é mais conhecido pelo longa metragem La Estrategia del Caracol  ( A Estratégia do Caracol , 1993), que foi mais popular na Colômbia que Jurassic Park  (Parque dos Dinossauros), de Spielberg  e permanceu em cartaz por muitos meses na Espanha. Cabrera retornou à China, nos anos 70, inicialmente para estudar filosofia, mas ficou interessado em se tornar realizador. Realizou seu primeiro curta lá, em 1975, começando a estudar cinema em uma escola politécnica londrina. Dirigiu seus primeiros dois curtas documentais lá, En Verano e I Beg Your Pardon . De volta à Colômbia, Cabrera montou...

Filme do Dia: Tea Making Tips (1941)

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  T ea Making Tips (Reino Unido, 1941). Nessa produção apócrifa, ao menos na sua versão atual, observa-se de forma canhestramente didática seis características principais para preservar a boa qualidade do chá a ser consumido, uma das maiores obsessões nacionais. Longe do talento e dos meios disponíveis para as produções contemporâneas do que ficou conhecido como Escola Documental Britânica (como, dentre muitos outros, Listento Britain ) resta uma sofrível exposição do tema a partir da conversa entre duas amigas numa mesa, entremeada ao longo de praticamente todo o curta, pela intervenção de um especialista (evidentemente masculino), devidamente trajado e com pose professoral, que apresenta detalhadamente os seis itens. Às mulheres sobra a dimensão mais lúdica, “doméstica”, de absorver tais ensinamentos, ao mesmo tempo que bebericam o próprio produto. BBP Productions para o Empire Tea Bureau. 10 minutos e 2 segundos.

Filme do Dia: Três Poemas de Spoon Jackson (2003), Michel Wenzer

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  T rês Poemas de Spoon Jackson ( Three Poems by Spoon Jackson , Suécia/EUA, 2003). Direção: Michel Wenzer. Fotografia Albin Biblom. Músic Micheel Wenzer. Montagem Jens Friis-Hansen. A partir de três poemas recitados ao telefone pelo encarcerado ator Spoon Jackson, preso a mais de vinte anos na Califórnia, para o realizador na Suécia, o cineasta constrói um retrato sombrio da socidade americana, dimensão ressaltada sobretudo no primeiro poema, no qual todo o lirismo das reminiscências pessoais da poesia do ator trava um duro combate com os mecanismos de automação mais impessoais possíveis, como a da gravação que avisa que falta apenas um minuto para a ligação ser concluída, enquanto são observadas imagens não menos frias   como a de um trem avançando sobre a câmera. Infelizmente. O ritmo inicial se perde nos outros dois segmentos do filme, seja no segundo, quando começa a fazer um discurso panfletário sobre a situação das crianças africanas e do sistema educacional americano...

Filme do Dia: Le Juif Errant (1904), Georges Méliès

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  L e Juif Errant (França, 1904). Direção: Georges Méliès. Como nas representações habituais do cineasta à época, essa do Judeu Errante é feita a partir de câmera fixa, cenários estilizados e – suprema atração para a época – efeitos especiais e visuais que incluem sobreposições de imagens espectrais, surgimento de anjos ou emulação de tempestade com raios. Um velho observa a condenação de Cristo. Após, passa a ser atormentado, dentre outros, pelo surgimento de um demônio e, posteriormente, de um anjo que lhe afirma que parta. Ao novo local que chega, o Judeu enfrenta uma tempestade. Apesar de tudo, e de Méliès ser católico,  comentaristas afirmam não se tratar de um filme anti-semita.  Star-Film. 2 minutos e 57 segundos.

Filme do Dia: Timor Lorosae - O Massacre Que o Mundo Não Viu (2001), Lucélia Santos

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T imor Lorosae – O Massacre Que o Mundo Não Viu (Brasil, 2001). Direção Lucélia Santos Rot. Original Pedro Neschling & Lucélia Santos. Fotografia Luís Abramo. Música Carlos Pacini Filho & Carlos Pacini.. Montagem: Mair Tavares. Nesse documentário, filmado em vídeo digital, Santos (que também narra o filme) nos apresenta um retrato das atrocidades cometidas no Timor Leste. Após o enfraquecimento das forças nacionais com uma guerra civil, a Indonésia invade o país e perpetra um verdadeiro massacre. Sem apoio da comunidade internacional, a causa da população oprimida apenas ganhará maior destaque da mídia internacional com o Prêmio Nobel da Paz concedido a um bispo que é referência nacional. O filme se apoia nas imagens de arquivo e entrevistas com personalidades (como o próprio bispo, embora os depoimentos mais interessantes sejam os do carismático líder da resistência Xanana Gusmão e do cinegrafista Max Stahl, que filmou cenas chocantes de um massacre ocorrido em um cemitério)...

Filme do Dia: A Última Sessão (2011), Laurent Achard

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  A   Última Sessão ( Dernière Séance , França, 2011). Direção: Laurent Achard. Rot. Original: Laurent Achard & Frédérique Moreau. Fotografia: Sabine Lancelin. Montagem: Jean-Christophe Hym. Dir. de arte: Frédérique Lapierre & Fred Lapierre. Cenografia: Claire Vaysse. Figurinos: Bénédict Levraut. Com: Pascal Cervo, Charlotte Van Kemmel, Karole Rocher, Austin Morel, Brigitte Sy, Mireille Roussel, Corinne Lamborot, Noël Simsolo. Projecionista Sylvain (Cervo), possui um culto particular as grandes estrelas de cinema que remete ao tratamento que lhe foi dispensado por sua mãe, que o agredia ou mimava de acordo com sua postura e diálogos ensaiados. Sylvain, que trabalha em um cinema que se encontra em vias de fechar, é um assassino serial, que se interessa em arrancar as orelhas de suas vítimas para inseri-las nas fotos das estrelas de cinema. No centro de seu panteão se encontra o retrato de sua mãe. A conjugação algo estranha entre seu tom distanciado, de cortes secos...

Filme do Dia: Young Oldfield (1924), Leo McCarey

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  Y oung  Oldfield (EUA, 1924). Direção Leo McCarey . Com Charley Chase, Emma Tansey, Marie Mosquini, Joe Cobb, Barney Oldfield. Numa grande corrida internacional em circuito fechado, Barney Oldfield (Oldfield), é seguido na cola por Jimmy Jump (Chase), que o ultrapassa, vencendo a corrida. Ao sair do carro é assediado por uma pequena multidão e um cinegrafista registra o momento. Jimmy cumprimenta Barney e diz que ele também é um grande corredor. Este, meio a contragosto, aperta sua mão. Jimmy acorda do sonho em pé no balcão de seu bar. Ann (Mosquini) é sua ajudante. E sua velha mãe (Tansey) afirma que faltam 8 dólares para pagar a hipoteca em poucas horas. Jimmy parece ter uma ideia salvadora. Ele espalha com o ventilador uma substância alérgica que faz todos espirarem e acharem que estão gripados, indo em massa a sua farmácia. Porém, a mãe esquece o pagamento da hipoteca e, de última hora, Jimmy se apossa de um carro de corrida e parte. Ao final de toda sua aventureira j...

O Dicionário Biográfico de Cinema#355: Loretta Young

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  Loretta Young (Gretchen Michaela Young) (1913-2000), n. Salt Lake City, Utah E m 1971, Loretta Young travou uma das mais curiosas ações legais: que seus filmes antigos não deveriam ser exibidos na TV por medo de estragar sua imagem atual. Foi um gesto nervoso e defensivo de uma mulher que parecia tão adorável ao longo dos anos 30. Nâo que ela fosse uma personalidade cinematográfica profunda, mas Young foi uma estrela genuína,  elegante  por suas roupas e famosa por sua devoção. Ainda que tenha feito noventa filmes,  é notável o quão consistentemente manteve companhia com diretores e co-estrelas moderados. Seus bons filmes parecem ter ocorrido por acaso e creditadas suas qualidades a outras pessoas: portanto Platinum Blonde [ Loura e Sedutora ] (31, Frank Capra ); Taxi [ Peso de Ódio ] (32, Roy del Ruth); Zoo in Budapest [ Um Romance em Budapeste ] (33, Rowland V. Lee); Man's Castle [ O Paraíso de um Homem ] (33, Frank Borzage); Suez (38, Allan Dwan); e The Stranger...

Filme do Dia: A Acusada (1948), William Dieterle

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  A  Acusada ( The Accused , EUA, 1948). Direção:  William Dieterle . Rot. Adaptado: Ketti Frings, baseado no romance  Be Still, My Love , de June Truesdell. Fotografia: Milton R. Krasner. Música: Victor Young. Montagem: Warren Low. Dir. de arte: Hans Dreier & A. Earl Hedrick. Cenografia: Sam Comer & Grace Gregory. Figurinos: Edith Head. Com: Loretta Young , Robert Cummings, Wendell Corey, Sam Jaffe, Douglas Dick, Suzanne Dalbert, Sara Algood, Mickey Knox.          Em Los Angleles, professora de psicologia sexualmente retraída, Wilma Tuttle (Young), vê-se acossada por um jovem impetuoso de sua sala, Bill Perry (Dick). Após uma aula, Bill leva Wilma até a praia de Malibu onde, depois de uma refeição rápida, desvia o carro da rota e a leva para o local onde nadava, um perigoso despenhadeiro. Após tentar violentá-la e ser morto por Wilma, que joga o cadáver no mar, simulando suicídio, Wilma retorna e consegue carona de um caminhoneiro. E...

Dicionário Histórico de Cinema Sul-Americano#171: Gaijin, os Caminhos da Liberdade

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  GAIJIN, OS CAMINHOS DA LIBERDADE .  (Brasil, 1980). Somente vinte longas brasileiros haviam sido dirigidos por mulheres antes de Tizuka Yamazaki começar a filmar Gaijin, os Caminhos da Liberdade , em 1979, e nenhum havia sido tão ambicioso - lidando com a opressão aos imigrantes e outros à margem da sociedade, como as mulheres - ou recebido tanta aclamação crítica. Gaijin venceu o Camera d'Or em Cannes, o de Melhor Filme no Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano  (Havana, Cuba) e cinco outros prêmios, incluindo Melhor Filme no Festival de Cinema de Gramado (Brasil). Yamasaki, descendente de japoneses, nasceu em Porto Alegre. Estudou cinema em Brasília e no Rio de Janeiro. Foi assistente de Nélson Pereira dos Santos  em 1974, em O Amuleto de Ogum  e novamente em 1977 em Tenda dos Milagres . Foi também assistente de Gláuber Rocha   em seu último filme, A Idade da Terra , antes de iniciar uma carreira individual com Gaijin . Seu filme de estre...

Filme do Dia: Rua sem Sol (1954), Alex Viany

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  R ua Sem Sol (Brasil, 1954). Direção Alex Viany. Rot. Adaptado Viany, Carlos Alberto de Souza Barros, Mario del Río, a partir do conto de Eduardo Borrás. Fotografia Mário Pagés. Música Henrique Gandelman. Montagem Mario del Río, Rafael Justo Valverde, Alberto Shatovsky & Alex Viany. Cenografia Alcebíades Monteiro Filho & Manoel Lopes. Com Glauce Rocha, Carlos Cotrim, Dóris Monteiro, Modesto de Souza, Gilberto Martinho, Carlos Alberto, Sérgio de Oliveira, Fregolente, Raimundo Higino, Dary Reis. Marta (Rocha), moça de família rica, vê todo o seu patrimônio se ir após a morte do pai, para saldar suas divídas. Sua irmã mais jovem, Maria (Monteiro) é cega e por influência do amigo da família que faz as vezes de figura paterna, Floriano (Fregolente), passa a ser cuidada por um jovem médico, Fernando (Carlos Alberto). Marta, que nunca observara a necessidade de trabalhar em seu horizonte mesmo distante, faz alguns bicos com costura e outros, mas continua sem conseguir saldar s...

Filme do Dia: Um Gato em Paris (2010), Jean-Loup Felicioli & Alain Gagnol

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  U m Gato em Paris ( Une Vie de Chat , França/Holanda/Suíça, Bélgica, 2010). Direção: Jean-Loup Felicioli & Alain Gagnol. Rot. Original: Alain Gagnol. Música: Serge Besset. Montagem: Hervé Guichard. Zoe possui um gato de estimação. Filha de uma investigadora policial, Jeanne,   que teve o marido morto em ação pelo perigoso criminoso Victor Costa, mal sabe Zoe que seu gato, Dino, possui uma vida secreta à noite, compartilhando dos roubos do ladrão Nico. Certa noite, a garota resolve seguir Dino e se vê envolvida numa situação na qual Nico se torna seu protetor contra a quadrilha de Costa, da qual faz parte ninguém menos que sua babá, Claudine. Iniciando com uma interessante premissa, a da vida dupla do gato, que poderia antecipar de forma mais complexa a observância de dois mundos distintos, o respeitável de classe média e o de criminalidade romântica (contraposta a uma criminalidade corporativa e, de fato, ameaçadora) e aparentemente herdeira de certos traços boêmios,...

Filme do Dia: As Memórias de Marnie (2014), Hiromasa Yonebayashi

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  A s Memórias de Marnie ( Omoide no Mânî , Japão, 2014). Direção: Hiromasa Yonebayashi. Rot. Adaptado: Keiko Niwa, Masashi Ando & Hiromasa Yonebayashi, a partir do romance de Joan G. Robinson. Música: Takatsugu Muramatsu. Dir.de arte: Yohei Taneda. Anna é uma garota com dificuldades de expressar emoções, que é enviada para o campo por sua mãe adotiva após sofrer crises de asma. Os Oiwa a acolhem em sua casa. Anna fica obecada por uma mansão abandonada e, mais do que por essa, pela garota que lá vive ou viveu, Marnie. Talvez o que mais soe estranho nessa animação já de princípio é a recusa dos traços habituais – não do desenho como um todo, bastante próximo de seus equivalentes em vários aspectos – na caracterização dos personagens, que não são exatamente orientais em seus traços físicos, como é o caso da própria protagonista e da garota que se torna sua amiga íntima, Marnie, loura de olhos azuis. Porém falam em japonês e a ação se passa em referências geográficas nipônica...

Filme: Golda - A Mulher de uma Nação (2023), Guy Nattiv

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  G olda – A Mulher de uma Nação ( Golda , Reino Unido/EUA, 2023). Direção Guy Nattiv. Rot. Original Nicholas Martin. Fotografia Jasper Wolf. Música Dascha Dauenhauer. Montagem Arik Lahav-Leibovich. Dir. de arte Arad Sawat & Andrew Munro. Cenografia Celia De La Hey. Figurinos Sinéad Kidao. Maquiagem e Cabelos Ashra Kelly-Blue & Karen Hartley. Com Helen Mirren, Camille Cottin, Rami Heuberger, Liev Schreiber, Lior Ashkenazi,  Emma Davies, Zed Josef, Ohad Knoller. 1973. A então primeira-ministra Golda Meir (Mirren) depõe diante da comissão que investiga suas decisões na Guerra do Yom Kippur, quando se depara com a maior crise de sua carreira política: o iminente ataque inimigo a ser empreendido por vários países árabes sob o comando do Egito e da Síria. Após diversas perdas e o avanço das tropas egípcias sobre a Península do Sinai, Golda observa o seu braço direito, o comandante máximo do exército Moshe Dayan (Heuberger) fraquejar e passa o comando, na prática...

Filme do Dia: Vivendo em Paz (1997), Hu Bingliu

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  V ivendo em Paz ( An Ju , China, 1997). Direção: Hu Bingliu. Rot. Original Ma Weijun. Música Cheng Dhazao. Com: Pan Yu, Sun Min, Bai Xuennyun, Wang Hong. Numa grande cidade chinesa, uma velha senhora, Ah XI (Pan) sempre torna o inferno as empregadas que o filho, Adong (Min) contrata, porque quer, antes de tudo, a atenção dele. Porém, a última empregada que ele contratou, Shan (Xuennyun) acaba não só não cedendo às rabugices da velha senhora, como se afeiçoando a ela. O fato de ter viajado com   para sua província natal, torna os laços mais estreitos entre as duas. Porém, quando percebe que a empregada havia trazido seu namorado para a sua casa, faz com    xingue tanto Shan, que ela acaba decidindo voltar a trabalhar no mercado.   Ah Xi retorna e decide que irá morar em um asilo, precipitando-se diante da decisão que o filho e a nora iriam lhe propor, completando o dinheiro para que Shan monte seu restaurante na província natal. Essa produção, que compartil...

Filme do Dia: Os Filhos de Katie Elder (1965), Henry Hathaway

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  O s Filhos de Katie Elder ( The Sons of Katie Elder , EUA, 1965). Direção Henry Hathaway. Rot. Adaptado William H. Wright, Allan Weiss & Harry Essex, a partir do conto de Talbot Jennings.  Fotografia Lucien Ballard. Música Elmer Bernstein. Dir. de arte Hal Pereira & Walter H. Tyler. Cenografia Sam Comer & Ray Moyer. Figurinos Edith Head. Maquiagem e Cabelos Loren Cosand & Web Overlander. Com John Wayne, Dean Martin , Martha Hyer, Michael Anderson Jr., Earl Holliman, Jeremy Slate, James Gregory, Paul Fix, George Kennedy, Dennis Hopper, Rhys Williams. 1898. Os quatro filhos de Katie Elder voltam a se reunir após a morte da mãe, na pequena Clearwater, Texas. John (Wayne), o primogênito, ganhou fama de pistoleiro. Tom (Martin), de jogador e trapaceiro (aliás, como o pai). Matt (Holliman) é o mais discreto dentre todos. O caçula Bud (Andereson Jr.), foi enviado pela mãe para estudar uma faculdade de mineração. Muito próxima de Katie, uma mulher amada na...