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quinta-feira, 13 de março de 2014

cathedral by crosby, stills & nash


Eu estava em pé na tumba do soldado que morreu em meu aniversário, 2 de fevereiro, mas em 1799. Não sei se foi real - estava viajando no ácido, o que poderia saber da realidade? Mas foi o que eu pensei que vi, e se tornou parte da minha canção "Cathedral". Posteriormente, descobri que, de fato, não estava alucinando. Alguém me mandou uma foto da tumba. Vai entender.

Escrevi a canção durante a experiência. Depois, percebi que se tinha que criticar a religião, deveria ter cada palavra fodida em seu lugar. É uma canção séria e eu desejava estar certo do que afirmava, daí porque me levou seis anos de trabalho intermitente. Obviamente, escrevia outras canções enquanto isso. (...) Todas as imagens vieram flutuando de volta: flying in winchester cathedral/sunlight pouring through the break of day. Como, andando pelo corredor, expressões na face do Salvador me fizeram dizer, "Não fico". E sentia que desejava que alguém open up the gates of the church and let me out of here!
(Grahan Nash, Wild Tales, p. 243)

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