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segunda-feira, 30 de abril de 2018

Filme do Dia: A Teia de Renda Negra (1960), David Miller


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A Teia de Renda Negra (Midnight Lace, 1960, EUA). Direção: David Miller. Rot. Adaptado: Ivan Goff & Ben Roberts, baseado na peça de Janet Green, Matilda Shouted Fire. Fotografia: Russell Metty. Música: Frank Skinner. Montagem: Leon Barsha & Russell F. Schoengarth. Dir. de arte: Robert Clatworthy &Alexander Golitzen. Cenografia: Oliver Emert. Figurinos: Irene. Com: Doris Day, Rex Harrison, John Gavin, Mirna Loy, Roddy MacDowall, Herbert Marshall, Natasha Parry, John Williams, Richard Ney.
             Kit Preston (Day), recém-casada com Anthony (Harrison), é uma rica americana em apuros em Londres, sofrendo constante ameaça de morte. Os possíveis suspeitos são praticamente todas as pessoas próximas como sua tia Bea (Loy), o admirador Brian (Gavin), o filho de sua empregada Malcolm (MacDowall), sua amiga Peggy Thompson (Parry) e o funcionário da firma dos Preston, Daniel (Ney). Suspeita de estar sofrendo um colapso nervoso, Kit passa a ser vista com desconfiança, inclusive pelo Inspetor Brynes (Williams), porém continua recebendo telefonemas ameaçadores, tendo seu apartamento invadido e sendo empurrada para ser esmagada por um ônibus.
Esse admirável filme de suspense, com visível influência de Hitchcock (a quem faz referência de Disque M para Matar, que possui o mesmo Williams igualmente como inspetor) consegue criar uma atmosfera de paranoia como poucos, ao mesmo tempo deixando evidente fortes conotações sexuais subliminares. Uma de suas maiores virtudes é a concisão de seu foco narrativo, que dispensa qualquer subenredo auxiliar. Day, mais conhecida por suas comédias ligeiras com Rock Hudson, consegue boa interpretação nesse filme produzido por Hunter, notório por sua longa parceria com o cineasta Douglas Sirk. Arwin Productions/Universal International Pictures. 110 minutos.

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